Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 11.07.2018 12:00h
Operação Encilhamento

Sócios de corretora são acusados de fraudes em fundos de previdência

 

A Justiça Federal acolheu a denúncia contra os dois sócios e dois funcionários da corretora Gradual pelas fraudes investigadas pela Operação Encilhamento. Ação foi realizada em abril e envolveu o Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal e a Receita Federal na apuração sobre ilegalidades na aplicação de recursos de institutos de previdência municipais em fundos de investimento. (Foto ilustração).

As investigações apontam que 28 institutos de previdência municipais fizeram investimentos em debêntures sem lastro. Segundo o MPF, são investigados 13 fundos de investimento e há ainda suspeita de envolvimento de servidores de alguns dos órgãos previdenciários.

De acordo com a denúncia recebida pelo juiz João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, os acusados participaram da emissão de 3 mil debêntures, títulos de dívida de empresas, sem lastro. Os papéis foram comprados por fundos de investimento a partir de aportes feitos pelo Regime de Previdência Privada do município de Campos de Goytacazes (RJ), que aplicou R$ 41,5 milhões no Fundo Tower Bridge e R$ 39,5 milhões no OAK FIRF, administrado pela Gradual.

Parte do dinheiro obtido com os papéis sem lastro foi, segundo o MPF, desviado para capitalizar a Gradual. Os procuradores afirmam que, entre março e dezembro de 2016, foram feitas três operações para remeter R$ 20,5 milhões à corretora. De acordo com a denúncia, os sócios da Gradual também falsificaram relatórios de avaliação e certificação da empresa.

Os quatro acusados haviam sido presos na operação em abril, quando foram expedidos 20 mandados de prisão temporária. No entanto, apenas um dos sócios da corretora permanece detido após descumprir as restrições impostas no habeas corpus concedido em seu favor. (AB).

 
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