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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 10.08.2018 07:40h
Belo Horizonte (MG)

Câmara de BH rejeita cassação de ex-presidente da casa

 

Em votação realizada ontem (9/08) na Câmara Municipal de Belo Horizonte, a cassação do ex-presidente da casa Wellington Magalhães (PSDC) foi rejeitada. Ele continuará afastado das funções políticas, devido a uma determinação judicial em vigor, embora esteja recebendo regularmente o salário, superior a R$ 16 mil. Apesar de nenhum vereador ter votado pela absolvição de Magalhães, os 28 votos necessário não foram alcançados. A cassação foi apoiada por 23 parlamentares e houve 15 abstenções. (Foto ilustração).

Wellington Magalhães é acusado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) pela prática de corrupção, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações e na contratação de serviços de publicidade do legislativo da capital mineira.

Segundo a denúncia, os crimes teriam ocorrido entre 2011 e 2016, quando ocupava a presidência da Câmara. Ele teria se beneficiado de esquemas para recebimento de propina envolvendo contratos de publicidade irregulares na Câmara em valores próximos a R$ 30 milhões.

O vereador chegou a ser preso em abril deste ano, depois de ser considerado foragido. No final de maio, porém, foi beneficiado por um habeas corpus. Atualmente, ele tem liberdade monitorada, devendo usar tornozeleira eletrônica e se recolher ao domicílio às 22h. Ele acompanhou a votação. Em sua defesa, o advogado se pronunciou no plenário da Câmara e acusou ilegalidades no processo que levou Wellington Magalhães à prisão.

 
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