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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 10.08.2018 08:00h
Irregularidades nos pagamentos

Governo vai cortar 150 mil benefícios a pessoas de baixa renda

 

O governo federal vai intensificar as ações para coibir fraudes e irregularidades nos pagamentos do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que atende idosos pobres ou portadores de deficiência. Decreto assinado pelo presidente Michel Temer mudou a forma de notificar as pessoas suspeitas de não se enquadrarem nos critérios do programa. A partir de agora, a rede bancária será utilizada para informar os beneficiários por meio dos caixas eletrônicos e dos extratos de pagamento. O objetivo é tornar o processo de verificação mais rápido. A expectativa inicial é de revisar mais de 150 mil benefícios que estariam em situação irregular. (Foto ilustração).

O BPC repassa um salário mínimo por mês a pessoas com deficiência ou com mais de 65 anos que tenham renda familiar menor do que um quarto de salário mínimo por pessoa, o equivalente a R$ 238,50. Pela legislação anterior, o governo enviava a notificação por carta com aviso de recebimento e, no caso de não encontrar o beneficiário, publicava um edital de convocação no Diário Oficial da União.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), na maioria dos casos irregulares encontrados até agora, a renda familiar per capita é superior a meio salário-mínimo, o dobro do permitido pela legislação. E alguns benefícios vinham sendo pagos mesmo depois do falecimento do titular.

O beneficiário que for notificado terá até 10 dias para apresentar defesa ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Caso não seja possível avisar a pessoa, o pagamento será bloqueado por um mês, até que o favorecido procure uma das agências do órgão. O INSS tem ainda prazo de 30 dias — prorrogáveis por mais 30 dias — para analisar a defesa.

 
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