Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 06.10.2018 12:21h
30 anos

A Constituição do Brasil

 

Hoje, 5 de outubro de 2018, a nossa Constituição Republicana completa 30 anos. Somos a primeira geração de brasileiros a viver, tanto tempo, sob uma mesma Carta Jurídica e Política. Ainda que com os seus defeitos pontuais por ser constituição analítica, mostrou-se elástica e resiliente o bastante. A Constituição é o auto inaugural de um Estado. Por isso, a República Federativa do Brasil completa 30 anos de vida! Com fundamento na dignidade da pessoa humana e no respeito às relações interpessoais e respectivas garantias, uma vasta jurisprudência foi construída sob sua luminosidade e, quando comparado ao passado, foram muitas as significantes conquistas sociais. Ainda há muito para se fazer, é certo. Mesmo assim, a estabilidade é o que leva ao equilíbrio e do equilíbrio surgem as bases para as novas práticas fundadas na ética, no amor, nos valores civilizatórios a fazer um país do bem, um lugar melhor para se viver. A crise é a oportunidade para novas soluções. Através dela e, justamente, pela tomada de um melhor posicionamento, respeitoso e alegre, buscar a inovação e agir cada um em suas possibilidades, em suas responsabilidades, olhando para si, sobretudo. As ações e o apoio da tecnologia, indispensável na pós-modernidade, já consubstanciam a ponte do bem. Tenho quinze anos de Magistratura e a realidade que encontrei, logo de início, calamitosa, desprovida, indigente mesmo, hoje está se transformando. Merece elogios o Egrégio Tribunal da Bahia. Ninguém faz milagres, não se muda tudo de um dia para o outro, mas a Constituição Cidadã, como foi batizada por Ulisses Guimarães, vem guiando a Nação. C seu tropismo está iluminando o caminho em um mundo que já conheceu o obscurantismo. Só isso já dá a dimensão do que, mesmo apesar das aparências, o povo brasileiro e, em especial, os operadores do Direito (advogados, servidores, promotores de justiça e os juízes) podem comemorar a obra de um país que deseja ser mais sério, justo e fraterno.


Juiz Gustavo Hungria – Fazenda Pública


 

 
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