Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

Posse de arma decidido pelo presidente Jair Bolsonaro é uma saída para a segurança pública no Brasil?



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 08.11.2018 15:29h
Feira de Santana

Arquitetos perdem ação contra a Prefeitura de Feira

 
Publicação da sentença judicial

Publicação da sentença judicial

Cinco arquitetos da Prefeitura de Feira de Santana perderam uma ação que moviam contra o Município, após alegarem que tinham direito à remuneração equivalente a 6 salários mínimos. Eles argumentaram na ação que adquiririam tal direito por meio de lei complementar, que assegura piso à categoria.

Os profissionais também alegaram na ação que o Município não respeitava a lei desde o ano de 2005, por isso esperavam ainda que o Governo Municipal fosse condenado a pagar o valor retroativo concernente à diferença do período.

A ação foi proposta pelos arquitetos Jairo Cedraz de Oliveira, Márcia Carvalho Villar Soares, Rita de Cássia Rebouças Cerqueira e Sônia Maria Tavares. A ação tramitou na 2ª Vara da Fazenda Pública.

A ação foi julgada improcedente pelo juiz Gustavo Hungria que acolheu parecer da promotora de Justiça, Joselene Machado Dias. Além de perderem a demanda, os arquitetos ainda foram condenados ao pagamento das custas processuais e honorários de sucumbência, fixados em R$ 500,00.

 
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