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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 05.12.2018 15:30h
Agronegócio

PIB do agronegócio deve fechar o ano com queda de 1,6%, diz CNA

 

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio deve fechar este ano com queda de 1,6% em relação a 2017. A paralisação dos caminhoneiros e o tabelamento do frete são as principais causas, de acordo com Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A entidade fez hoje (5) um balanço do setor em 2018, com as perspectivas para 2019, durante evento em Brasília. Para o ano que vem a estimativa é otimista, com um crescimento de 2% no agronegócio brasileiro. (Foto ilustração).

Em maio, a alta do preço do óleo diesel levou os caminhoneiros a uma paralisação de 11 dias, prejudicando os serviços e o abastecimento em todo o país. Para encerrar a mobilização, o governo fez um acordo com a categoria para reduzir o preço do combustível, além de estabelecer uma tabela de preços mínimos para o frete.

De acordo com a CNA, a paralisação encareceu o preço dos insumos agropecuários e afetou a comercialização da produção que apresentou queda nos preços. As condições climáticas também não favoreceram para um aumento da produção. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a safra de grãos deste ano deve ser 5,6% inferior à do ano passado.

“Foi uma influência clara do governo, interferindo em questões privadas. Isso não prejudica apenas o produtor rural, mas toda a sociedade está pagando”, disse o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi, explicando que a paralisação também levou à alta da inflação e dos preços dos alimentos. (Agência Brasil).

 
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