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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 05.12.2018 16:00h
Crime de peculato

Raquel Dodge denuncia irmãos Vieira Lima e a mãe deles por peculato

 

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA), a mãe dos dois políticos do MDB, Marluce Vieira Lima, e outras cinco pessoas pelo crime de peculato (crime praticado por servidor público que se apropriar de dinheiro ou bem a que tenha acesso em razão do cargo). (Foto ilustração: Lúcio Vieira Lima e Geddel).

Os oito denunciados são acusados na denúncia – que foi divulgada nesta quarta-feira (5) – de se apropriar de remunerações de secretários parlamentares.

Segundo a assessoria da Procuradoria-Geral da República (PGR), os supostos crimes foram investigados em inquérito aberto para apurar a origem dos R$ 51 milhões que foram encontrados no ano passadoem um apartamento de Salvador utilizado pelos irmãos Vieira Lima.

Em razão da descoberta da fortuna em caixas de papelão e malas, Geddel e Lúcio Vieira Lima foram denunciados, em 2017, por lavagem de dinheiro e associação criminosa.

"As investigações revelaram a existência de 'funcionários fantasmas' no gabinete de Lúcio Vieira Lima bem como a relação criminosa estabelecida a partir de indicações para cargos em comissão pelo parlamentar. De acordo com as provas coletadas, ficou claro que os assessores atuavam para suprir interesses domésticos, pessoais e de negócios da família Vieira Lima. Entre as atividades desenvolvidas pelos assessores a denúncia cita serviços de contabilidade, motorista e até de cuidador", destacou a PGR.

A denúncia apresentada por Raquel Dodge foi encaminhada ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF. O próximo passo é o magistrado notificar os acusados a apresentarem defesa prévia.

Pelas regras, caberia a Alexandre de Moraes enviar o caso para a Primeira Turma decidir se transforma ou não os acusados em réus, mas, como Lúcio Vieira Lima não se reelegeu e não terá mais foro privilegiado a partir de fevereiro de 2019, é possível que a denúncia seja remetida para a primeira instância da Justiça. O Supremo entende que só existe foro para atos cometidos no cargo e que tenham relação com o mandato. (G1).

 
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