Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 10.01.2019 14:20h
Interior da Bahia

Delegados de Monte Santo e Cansanção são demitidos por receber propina

 

O delegado Josivânio da Rocha Araújo, da Delegacia de Monte Santo, e o delegado Carlos Roberto Botelho Vasconcelos, que atuava em Cansanção foram demitidos dos cargos nessa quarta-feira (9). Eles são acusados de integrar um esquema de corrupção com a negociação da liberdade de presos e devolução de materiais apreendidos em troca de dinheiro. (Foto ilustração).

Segundo informações do G1, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) relatou que as investigações sobre o caso tiveram início em 2011. Em setembro de 2017, um dos delegados chegou a ser demitido, mas foi reintegrado ao cargo em caráter provisório por conta de uma decisão judicial proferida em outubro de 2018.

De acordo com o órgão, os delegados recebiam dinheiro de traficantes para beneficiar a atividade criminosa deles. Além disso, as investigações apontaram que eles extorquiam pessoas abordadas em blitze e vazavam informações de operações de combate às drogas. O grupo do qual os dois faziam parte cobrava de R$ 2 mil a R$ 8 mil para cometer as irregularidades.

Com a saída dos dois, outros dois delegados assumiram as atividades nas delegacias. (BN).

 
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