Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 11.01.2019 11:45h
Distrito Federal

Condenado na Operação Caixa de Pandora é nomeado em cargo no GDF

 

Condenado em segunda instância por improbidade administrativa e denunciado por corrupção na Operação Caixa de Pandora, o ex-deputado distrital Rogério Ulysses (foto) foi nomeado hoje (11/01) para um cargo no Governo do Distrito Federal.

Rogério Ulysses será diretor da Diretoria de Programas e Operações, da Subsecretaria de Desenvolvimento Regional e Operações nas Cidades, da Secretaria Adjunta das Cidades, da Casa Civil do Distrito Federal. O ato está publicado na edição de hoje (11/01) do Diário Oficial do DF.

O ex-distrital renunciou ao mandato em 2010 para evitar a cassação. Mas pela Lei da Ficha Limpa está inelegível por dois motivos: pela renúncia e pela condenação em segunda instância no processo de improbidade.

Na esfera criminal, a ação está em fase de alegações finais. O ex-deputado distrital foi denunciado pelos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) por supostamente ter recebido uma “mesada” de R$ 60 mil de Durval Barbosa durante 35 meses para apoiar o governo Arruda (2006-2009).

A defesa alega que não existem provas de favorecimento financeiro por parte do ex-parlamentar. (Ana Maria Campos/CB).

 
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