Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

O presidente Jair Bolsonaro deve deixar o PSL, partido que foi eleito?



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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 12.02.2019 08:00h
Comércio varejista

Após três anos de saldo negativo, Bahia volta a registrar abertura de lojas

 

O comércio baiano conseguiu finalizar o ano de 2018 com um saldo positivo de 350 novas lojas com vínculos empregatícios. Esse foi o melhor resultado desde 2014, interrompendo uma trajetória negativa de três anos seguidos. Os números são do estudo divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e Fecomércio-BA. (Foto ilustração).

Com avanço de 5,3% no volume de vendas de janeiro a novembro, o ano de 2018 marcou o início da recuperação varejista no Estado. Regionalmente foram registradas mais aberturas do que fechamentos, destacando-se de forma positiva os Estados de São Paulo (+3.883), Santa Catarina (+1.706) e Minas Gerais (+940). A Bahia alcançou o 7º lugar (+350) no ranking nacional de abertura de pontos de lojas.

O segmento de hiper e supermercados se destacou em números absolutos (4.510), seguido pelo de lojas de utilidades domésticas e eletroeletrônicos (1.747) e pelas drogarias, farmácias e lojas de cosméticos (1.439). À exceção dos segmentos de móveis e eletrodomésticos (-176) e de material de construção (-926), os demais ramos abriram mais pontos de venda do que fecharam no ano passado.

Para Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação, a recuperação gradual da confiança dos consumidores também permitiu boa performance a segmentos mais dependentes das condições de vendas a prazo. “A inflação abaixo da meta, a redução dos juros ao consumidor, a reação do mercado de trabalho e até mesmo a disponibilização de recursos como os saques nas contas do PIS/Pasep criaram, ao longo de 2018, condições mínimas para a expansão do consumo e, consequentemente, para o aumento real das vendas do setor,” explicou.

 
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