Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

O Brasil deve receber ajuda internacional para o combate a incêndio na região amazônica?



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 23.02.2019 08:35h
Colômbia

Ato em favor de venezuelanos reúne presidentes e chanceler

 

Os presidentes da Colômbia, Iván Duque, do Chile, Sebastián Piñera, do Paraguai, Mario Abdo, e representando o Brasil, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, reuniram-se ontem (22) em Cúcuta, na região fronteiriça entre Colômbia e Venezuela. A reunião marcou simbolicamente o início da distribuição de ajuda humanitária internacional para a população da Venezuela. (Foto ilustração).

"Ayuda y libertad [ajuda e liberdade”, disse Araújo, na sua conta pessoal no Twitter. “Em Cúcuta, Colômbia, fronteira com a Venezuela, em reunião com os Presidentes da Colômbia, Chile e Paraguai e líderes venezuelanos. Grande momento de mobilização internacional pela Venezuela e apoio ao governo legítimo de [Juan] Guaidó.”

Ernesto Araújo se reuniu com o presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, em Cúcuta. Hoje (23) completa um mês que ele se autoproclamou presidente interino da Venezuela.

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, resiste a deixar o poder.

O paraguaio Mario Abdo Benítez destacou o compromisso com o povo venezuelano por meio de ajuda ajuda humanitária que será entregue. "Acredito que este será um dia histórico para a amizade entre os povos a ser construída não apenas em defesa de interesses. mas principalmente em defesa de princípios e valores ", disse ele.

O presidente do Chile ressaltou o caráter democrático da ação internacional. "Todos nós sabemos que o governo de Maduro não é um governo democrático, que não respeita as regras básicas da democracia, que não há liberdade de expressão ou consciência, não há independência de poderes, não há respeito pelos direitos humanos", afirmou.

Na segunda-feira (25), o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, se unirá aos presidentes paraguaio, colombiano e chileno, além do chanceler brasileiro, representantes do Grupo de Lima (que reúne 14 países) e do parlamento europeu, assim como o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro. Com informações da Ipp, agência oficial do Paraguai, e TVN, emissora pública do Chile.

 
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