Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 14.03.2019 06:58h
Feira de Santana

Contribuição de filiados ao Sindicato dos Servidores Públicos e APLB só por boleto

 

As contribuições dos trabalhadores para os sindicatos não poderão mais ser descontadas diretamente do salário. Uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, determina que o imposto sindical deve ser pago exclusivamente por boleto bancário. Questionado se a Prefeitura de Feira de Santana está seguindo a MP em relação aos sindicatos que representam os servidores públicos (SINDESP) e os professores (APLB), o secretário de Administração, João Marinho, disse que ainda não recebeu nenhuma orientação a respeito. (Foto ilustração: Prefeitura de Feira de Santana)

A MP que altera o pagamento do imposto sindical foi publicada sexta-feira (1º) em edição extra do Diário Oficial da União e aprofunda alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O texto vale imediatamente, mas precisa ser aprovado pelo Congresso em até 120 dias para virar lei.

Reforma trabalhista

Desde a reforma trabalhista que entrou em vigor em 2017, o imposto sindical deixou de ser obrigatório. Os trabalhadores precisam manifestar a vontade de contribuir para o sindicato da categoria, mas as empresas podiam continuar a descontar diretamente da folha dos empregados.

 
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