Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 01.04.2019 10:40h
Não a valorização de gênero

Projeto de Isidório veta verba pública para

 

Em mais um capítulo de sua cruzada político-evangélica na Câmara, o deputado Pastor Sargento Isidório (Avante - foto) apresentou um projeto de lei que proíbe a destinação de recursos públicos para ações relacionadas à suposta ideologia de gênero. Tal vedação se aplicaria às fundações, autarquias e empresas públicas da União, além de estados, Distrito Federal e municípios.

“É vedado aos governos federal, estadual, distrital e municipal, aplicar recursos financeiros, de qualquer natureza, em ações de difusão, implantação e valorização de ideologia de gênero, de forma direta ou indireta”, diz a proposição, protocolada na última semana.

Na justificativa do texto, Isidório dá sua versão sobre o termo “ideologia de gênero” —termo que, embora não tenha base acadêmica, ficou popular no Brasil entre bolsonaristas na tentativa de desqualificar estudos sobre o tema.

“Ideologia de gênero é uma abstração filosófica da norte-americana Judith Butler que absurdamente quer ganhar força pregando e tentando enganar a sociedade com a mentira que ninguém nasce homem ou mulher, mas que cada indivíduo deve construir sua própria identidade ao longo da vida. ‘Homem’ e ‘mulher’, portanto, seriam apenas papéis sociais flexíveis, que cada um(a) representaria como e quando quisesse”, descreve o parlamentar baiano, autodeclarado “ex-gay”, sempre “em defesa da família”.

“Cada vez mais, grupos restritos querem tornar público assuntos que são de caráter privado. Levar demandas do quarto para a sala e querem usar como metodologia para tais absurdos a nefasta ideologia de gênero.”

Entre os projetos apresentados por Isidório em dois meses de mandato estão o que cria o “Dia Nacional do Orgulho Heterossexual” e o que declara a Bíblia Sagrada como patrimônio nacional, cultural e imaterial do brasil e da humanidade. (bahia.ba)

 
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