Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 23.04.2019 14:00h
Declina de assumir o 4º mandato

Ministro abre mão do cargo para poupar TSE e STF de constrangimentos

 

O ministro Admar Gonzaga (foto), do Tribunal Superior Eleitoral, fez um gesto raro: nesta segunda (22), foi ao presidente Jair Bolsonaro informar que declina da quarta recondução ao seu ambicionado cargo. No próprio TSE, ministros já sabiam da decisão há anos. Teve dois mandatos de dois anos como ministro substituto e está no fim do primeiro mandato como ministro titular, co direito a mais uma recondução. Ele acha 8 anos tempo demais. Além disso, pesa contra ele a acusação, ainda não julgada, de troca de agressões com a ex-mulher. “Tenho muito respeito pelo STF e pelo TSE para não causar constrangimentos desnecessários”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Como juiz e cidadão, Admar Gonzaga não aceita a situação no País “onde ser homem e heterossexual seja presunção de violência”.

Para o ministro, a criminalização da heterossexualidade e do gênero masculino cede espaço “à vingança, ao ódio e à ganância”.

“É preciso que a violência seja punida, seja qual for e contra quem for”, afirma o ministro, mas pede Justiça igual para todos, sem privilégios.

 
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