Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 24.04.2019 17:10h
Senado Federal

Comissão da Câmara não discutiu pontos polêmicos da reforma da Previdência, afirma Paim

 

O senador Paulo Paim (PT-RS - foto) afirmou nesta quarta-feira (24) em Plenário que a reforma da Previdência foi aprovada sem a discussão necessária pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados. Para o parlamentar, não foram discutidos pontos relevantes e polêmicos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019, encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional. O sigilo imposto pelo governo aos dados que teriam embasado a PEC piorou esse quadro, disse Paim.

— Por exemplo, a capitalização foi mantida na íntegra. Quem entra na capitalização? Aí, eu pergunto: servidor público entra? Eu não sei. Por isso, vou fazer o requerimento de informação desse tal de sigilo que agora fizeram. Eles vão ter que me responder. Vou fazer em nome da Comissão de Direitos Humanos — afirmou o senador, que é presidente da CDH.

Paim disse que a troca do regime de participação, que rege atualmente a Previdência, pelo de capitalização, como proposto pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, deveria ser retirado da PEC. Para ele, essa possibilidade de capitalização deveria ser colocada mais adiante, e de forma que tanto os empregados quanto os patrões contribuam.

— Daí, pode dar certo. Mas não querer, como eles estavam dizendo, que vai ser só a parte do empregado — afirmou o senador.

Também não foram debatidos, na opinião de Paim, outros pontos importantes do projeto como a fixação em 60 anos da idade mínima para aposentadoria rural; a aposentadoria especial de algumas categorias; e o tempo mínimo de 40 anos de contribuição para se aposentar com benefício equivalente ao que contribuiu durante a ativa. (Agência Senado)

 
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