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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 30.04.2019 08:55h
Política externa

Imperador Akihito, do Japão, abdica ao trono nesta terça-feira

 

O imperador Akihito, do Japão, deverá abdicar ao trono nesta terça-feira (30), dando, assim, término a três décadas de Era Heisei. Logo em seguida, seu filho, o príncipe herdeiro Naruhito, assumirá o posto. (Foto ilustração: príncipe herdeiro Naruhito e o imperador Akihito)

A cerimônia de abdicação do imperador será realizada no Palácio Imperial, em Tóquio. O premiê Shinzo Abe transmitirá gratidão ao imperador em nome do povo japonês.

Em uma rara mensagem proferida três anos atrás, Akihito expressou preocupação de que sua avançada idade possa dificultá-lo de continuar cumprindo seus deveres, e isto foi visto como um desejo de renunciar ao trono.

Mas não havia uma estrutura legal para a abdicação, e além disso, a Constituição do país proíbe que o imperador tenha quaisquer influências políticas. Mas, como muitos japoneses expressaram simpatia por ele, o parlamento aprovou uma lei especificamente para permitir que ele abdicasse.

O imperador Akihito chegou ao trono quando tinha 55 anos de idade, após a morte de seu pai. Foi o primeiro a assumir a posição seguindo a Constituição pós-guerra, que define o seu papel como o de "símbolo do Estado".

Ele viajou por todo o Japão para visitar áreas atingidas por desastres, instalações para pessoas com deficiências e locais em memória aos mortos na guerra. Com informações da agência NHK - (emissora pública de televisão do Japão/AB)

 
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