Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

Você acha que Eduardo Bolsonaro deve ser embaixador nos EUA?



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

Leia Mais

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
Enviado por Jair Onofre - 11.06.2019 14:07h
Operação Tergiversação

Operação mira organização criminosa que atuava dentro da PF no Rio

 

A Operação Tergiversação, deflagrada na manhã de hoje (11) pelo Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF), desarticulou uma organização que mantinha um esquema de cobrança de propina de investigados em inquéritos policiais. Os crimes eram coordenados de dentro da própria Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro. (Foto ilustração/ Jose Lucena/Futura Press/Estadão)

De acordo com o MPF, a operação envolveu seis mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária e 25 mandados de busca e apreensão. O esquema tinha a participação de policiais federais e empresários.

As investigações apontaram que propinas foram pagas por alvos das operações Titanium e Viupostalis/Recomeço, dedicadas respectivamente a elucidar fraudes no plano de saúde e em um fundo de pensão dos funcionários dos Correios. O delegado responsável por ambas as operações e o escrivão que trabalhava com ele solicitaram e receberam valores vultuosos para evitar a exposição de investigados na mídia e para favorecê-los nas apurações.

Além disso, houve atuação de operadores que intermediavam o contato com os investigados e faziam o pedido do pagamento das vantagens indevidas, além de viabilizar a transação e a lavagem do dinheiro. "Os pagamentos, que variaram, segundo o apurado até o momento, de R$ 400 mil a R$ 1,5 milhão, eram feitos na maior parte das vezes em espécie, mas em alguns casos foram repassados por meio de transferências a empresas ligadas aos operadores", disse, em nota, o MPF.

Foi identificada ainda a participação de empresários que movimentaram recursos em favor do grupo e atuaram como “laranjas” de alguns investigados. A investigação envolveu quebras de sigilo bancário, fiscal, telemático e telefônico. De acordo com nota divulgada pela PF, também foram celebrados acordos de delação premiada com alguns dos empresários que comprovaram os atos ilícitos. "Os elementos obtidos durante as investigações indicam a prática dos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro", acrescenta a PF. (Agência Brasil)

 
Comente Sem Comentários
 
 

Comentários:

 
Sem comentário para essa postagem!
 

Comente:

 

Nome:

Comentário:

 
 

 

 
 
 
 


 
 
 
 
Facebook
 
 
 
BAN CAF CULTURA
 
Livro do jornalista Jnio Rego
 
Pazzi Povo FM
 
 
TWITTER
 
LUCY REGE
 
 

2019

2018

2017

 
    Bahia na Política © Todos os direitos reservados.
www.bahianapolitica.com.br E-mail: contato@bahianapolitica.com.br
RSS
by M9 Design e Tacitus Tecnologia