Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 25.07.2019 10:31h
Entrevista

Químico e sindicalista Hamilton Ramos de Lima

 
Hamilton Ramos de Lima

Hamilton Ramos de Lima

Retomando as entrevistas com lideranças políticas e de destaque no Município ou de projeção em níveis estadual e nacional, estamos nesse mês com o químico e sindicalista Hamilton Ramos de Lima. Natural de Feira de Santana, 59 anos, casado, pais de dois filhos, nível superior, católico, pensa em ser candidato a prefeito em 2020.

Foi uma conversa com o próprio diretor do site Bahia na Política, Jair Onofre, de pouco mais de duas horas. Ainda sem partido, diz que está analisando uma legenda. Já conversou com vários dirigentes e seu principal problema nesse momento é ter uma plataforma política administrativa para discutir com a sociedade. Veja a seguir:


O senhor sempre viveu Feira de Santana, participando das atividades seja da área administrativa ou política. Afinal, quem é Hamilton Ramos?

Hamilton é um camarada que procura ser o mais correto possível, sempre imaginou galgar profissionalmente um bom lugar na sociedade feirense e por ironia do destino, para não cumprir horário na Prefeitura, eu entrei no sindicato, mas nunca tive isso como profissão. Gosto da área de sindicato, gosto de atender o público, de resolver os problemas das pessoas, mas sou muito apaixonado mesmo é pela área de Química, onde presto serviço a várias empresas em Feira de Santana. Uma área não atrapalha a outra. Sou consultor de empresas, eu agradeço a Deus todo dia por ter batalhado muito e ter tido vários perfis, várias profissões e me dedicado ao meu trabalho. Tem muitos anos que eu pude tirar 15 dias de férias, porque quando eu me livro de uma atividade, não tenho como me afastar da outra. Eu continuo batalhando, continuo prestando meus serviços da melhor maneira possível e, profissionalmente falando, onde as empresas me requisitam eu estou sempre à disposição para prestar o melhor serviço possível.


Como o senhor entrou para o movimento sindical, no caso o Sindicato dos Servidores Públicos?
Bom, pensando em outras áreas econômicas, economicamente falando da área profissional, eu nunca vi um sindicato com bons olhos, mas entrei e fiz do meu jeito, gerenciei do meu jeito, nunca tive vontade de ser presidente de sindicato, mas entrei e aí fui me aprimorando na área em que eu gosto. Por exemplo, a Coca Cola de Feira de Santana fui eu que abri, eu que botei para rodar a fábrica. Trabalhei na Pneus Tropical como analista físico, tenho formação acadêmica como Gestor Ambiental e área de Química e estou satisfeito com o que eu faço. Eu amo o que eu faço.


O senhor falou da sua vida profissional, da sua atividade, atividade sindical, mas disse também que tem projetos para Feira de Santana. O que vislumbra para Feira de Santana? Quais os projetos que podem melhorar a situação dos feirenses? Pode expor essas ideias?
Feira de Santana precisa modernizar. Eu fiz política a vida toda ao lado de uma pessoa, acho que todo mundo gosta, um homem que fez muito por Feira de Santana, isso aí ninguém pode negar que José Ronaldo se dedicou muito a Feira de Santana e sempre tive amizade com esse cidadão. Um homem muito planejado, competente e que transformou Feira de Santana, e eu ao lado dele. Sempre participei das coordenações de campanha política dele, também as nossas ideias, acho que Feira de Santana está vivendo um outro momento.


O prefeito Colbert Martins está se esforçando muito para fazer um bom governo e eu acho que as ideias que vierem para Feira de Santana são muito boas para somar em prol do desenvolvimento da cidade. Há muita coisa que é preciso colocar em prática e eu tenho certeza que se algum dia eu pudesse ser candidato, embora eu não tenha cacife para isso, tenho certeza que iria pontuar bem por causa das ideias.


Já que o senhor puxou para o lado político, se tiver oportunidade de ser candidato a prefeito de Feira, se tiver um partido que possa lhe acolher, o senhor pensa em ser candidato?
Eu penso sim. Eu acho que a gente precisa modernizar as coisas. A gente não pode imaginar Feira de Santana vendo um monte de candidatos, um brigando com o outro, falando do outro, eu acho que a gente precisa trabalhar no campo das ideias. É como José Ronaldo sempre falou, que por mais que se faça, ainda é pouco.


O senhor se acha com experiência suficiente hoje para governar uma cidade como Feira de Santana, com mais de 600 mil habitantes?
Sim! Quando a gente tem a vontade de fazer, é bem planejado, bem organizado, eu tenho certeza absoluta que eu faria um bom trabalho em prol de Feira de Santana.


Então o senhor se colocaria como o novo nesse processo de eleição que já tem cerca de 10 candidatos à Prefeitura de Feira de Santana?
Com certeza. Acho que se a gente for trabalhar no campo das ideias, tenho absoluta certeza que iria pontuar bem, porque muita coisa que é preciso renovar. Posso até pontuar algumas coisas aqui, para você ver que estamos no caminho certo. Fila nos postos de saúde: a gente passa o tempo todo observando isso, é preciso acabar. Se você me perguntar como, eu sei como acabar com essas filas.

O Centro de Abastecimento, por exemplo, é preciso de um projeto. Eu tenho um projeto na cabeça para o Centro de Abastecimento, é preciso melhorar os aspectos físico e estrutural. Ali ampliado e modernizado, tenho certeza que a dona de casa volta a fazer compras.


O Governo Municipal hoje, inclusive o senhor participou com José Ronaldo de Carvalho, devido a essa aproximação o senhor acha que o prefeito Colbert sendo o candidato, isso seria um empecilho à sua candidatura?
De maneira nenhuma. E outra coisa, eu jamais imaginaria. Não quero nunca nem pensar ou abrir a boca para dizer, sou amigo de José Ronaldo, para alguém mais para frente dizer que eu estou pedindo apoio, de maneira nenhuma. Eu estou querendo é contribuir com ideias. Por exemplo, Feira de Santana não comporta mais que jovens e adultos não estejam qualificados suficientemente para ter um trabalho. Acho que a na estrutura do Município poderia ter uma Secretaria de Indústria e Comércio para trazer emprego para o povo de Feira de Santana, qualificar as pessoas, então é preciso focar nesse assunto de emprego porque é muito triste não ter o pão na mesa.


Outra situação é a zona rural, há muitas queixas. Qual a sua proposta?

A zona rural é preciso que se faça uma ação conjunta, juntamente com o Governo do Estado, para dar segurança. Tudo que é produzido na zona rural é preciso ampliar, é preciso qualificar as pessoas, dar todo o apoio possível. Por exemplo, as feiras livres, eu já conversei com algumas pessoas de feiras livres, os feirantes, existem coisas na vida que é preciso melhorar. São a feira pequenas reivindicações que melhoram a condição dos feirantes e do pessoal da zona rural. No transporte, na educação, na saúde, é preciso melhorar em todos os aspectos.


O senhor tem conversado com algum partido sobre a possibilidade de se filiar para disputar a eleição de 2020?
Sem citar nomes, eu conversei com um partido em Salvador, com um deputado federal, mas eu vi que não foi adiante. Não por falta de uma boa conversa, mas eu acho que não interessou ao político a condição que ele queria que fluísse. Um partido com candidato de Feira de Santana, mas eu acho que não fluiu porque todo político tem seu pensamento, sua forma de agir, de pensar e até de tirar proveito.


Então o senhor admite que está à disposição para discutir essa possibilidade de ser candidato a prefeito em 2020?
Exatamente. Eu estou à vontade até mesmo de ver fluir ideias. Tenho certeza que no campo das ideias, eu já conheço a política de Feira de Santana. Quando começa mesmo, todos se unem em prol de um desenvolvimento e modernização. Em Feira de Santana existem ruas asfaltadas esburacadas. Isso é culpa do prefeito Colbert? Não. É culpa de José Ronaldo? Não. Você vai ali em Petrolina é a coisa mais bonita do mundo, você vê a cidade toda asfaltada, toda organizada e Feira de Santana precisa disso. Que estruture, uma secretaria que dê manutenção na cidade. É preciso de uma renovação. Por exemplo, os administradores de bairro trabalham soltos. Se você liga o rádio você sempre ouve que tem lâmpada queimada, rua esburacada, o carro do lixo não passou, é necessário fazer um check list, uma coordenação para que as pessoas possam trabalhar e que não deveria ser indicação política de fulano, beltrano ou cicrano e sim deveria do gestor do Município.

 
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