Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

O presidente Jair Bolsonaro deve deixar o PSL, partido que foi eleito?



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 13.08.2019 06:55h
De olho em 2020

PSL mira 1 milhão de filiados e quer ser mais que o partido do presidente Bolsonaro

 

O PSL quer ser grande e enterrar, de vez, a ideia de que é apenas o partido do presidente Jair Bolsonaro. De olho nas eleições municipais de 2020, o comando da legenda busca dobrar o número de filiados até outubro e atingir a marca de 1 milhão de integrantes até a corrida eleitoral do próximo ano.

"O PSL é um partido hoje que não é somente o presidente da República. Ele tem senadores, deputados federais, governadores. É diferente, por exemplo, do PRTB, que é o partido do vice-presidente. No fundo, eles não têm outros parlamentares", diz Cleber dos Santos Teixeira, coordenador da campanha de filiação que a legenda dará início neste sábado (17/8). "Fizemos a última eleição sem base, sem recursos . O que nós queremos fazer agora é preparar o partido para as eleições municipais de 2020 e fortalecer a nossa base", completou.

Atrás no ranking

Uma coincidência no calendário ajudou o PSL a dar ignição à pretensiosa campanha. A data foi escolhida para casar com o número eleitoral da sigla. A meta, segundo Teixeira, é dobrar os atuais 271 mil filiados até outubro deste ano, mês em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) faz a atualização da base dos associados a partidos políticos, e chegar à marca de 1 milhão de filiados até as eleições municipais de 2020. (Época)
 

 
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