Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 17.08.2019 07:10h
Câmara Federal

Reestruturação não afetará direitos dos servidores da Câmara, diz Sampaio

 

O auditório Nereu Ramos (foto ilustração), na Câmara dos Deputados, ficou lotado de servidores para ouvir do diretor-geral da Casa, Sérgio Sampaio, os detalhes sobre o acordo de cooperação com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) para a reestruturação e mapeamento dos serviços e fluxos de trabalho. Mas logo no início do discurso, Sampaio deixou claro que ainda não há um "produto acabado". "Vamos apenas falar de expectativas e diretrizes", explicou.

Ele fez questão de enfatizar, porém, que não haverá perdas de direitos para os servidores atuais, com salário médio de R$ 30 mil, nos seus cálculos. Para os que entrarão por concurso público, a ideia é adotar um projeto que já vem sendo discutido para reduzir as remunerações de entrada e prolongar o prazo para chegar ao fim da carreira — o que deverá demorar em torno de 25 anos, por causa da lei do teto dos gastos, que não permite aumento de despesas nos próximos 20 anos.

Redução de pessoal

A necessidade de trabalhar a reestruturação — em parceria com a consultoria Falconi, contratada pelo MEC — se deve à redução de pessoal. "A Câmara tinha 3,7mil servidores, hoje tem 2,8 mil e, segundo estudo do TCU (Tribunal de Constas da União), terá menos 50% em 12 anos. Como será possível entregar o serviço? Por isso precisamos refletir e fazer um mapeamento", assinalou Sampaio.

O resultado da reestruturação deverá aparecer só daqui a quatro meses e meio. Mas até lá vários outros informes serão repassados aos funcionários da Câmara, prometeu. (CB

 
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