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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 23.08.2019 16:00h
Moeda americana

Dólar dispara bate R$ 4,13 e fica a 1,5% de recorde histórico de fechamento

 

O dólar disparava frente ao real nesta sexta-feira, ficando a apenas 1,5% da máxima histórica de fechamento registrada em setembro de 2018, com as operações domésticas afetadas pelo cenário externo arisco e adicionalmente por ruídos em torno da reforma da Previdência. (Foto ilustração)

O salto da cotação do dólar, que fez a moeda rapidamente deixar para trás níveis de resistência técnica, começa a levantar no mercado discussões sobre se o Banco Central deveria ser mais agressivo no mercado de câmbio a fim de conter distorções, uma vez que o real mais uma vez é a divisa de pior desempenho global nesta sessão.

Entre as distorções, a taxa do casado (cupom cambial de curtíssimo prazo) voava para 6%, contra patamares mais usuais em torno de 2,5%. É justamente para aliviar essa taxa --vista como juro em dólar e termômetro da percepção de liquidez no mercado à vista-- que o BC começou a fazer leilões de venda direta de dólares no mercado à vista, depois de uma década sem recorrer a essa modalidade.

"Não me surpreenderia se no fim da sessão de hoje o BC anunciasse um reforço desses volumes", disse Thiago Silencio, operador de câmbio da CM Capital Markets, acrescentando que o mercado também reagia ao risco de eventuais barreiras comerciais aos produtos agrícolas brasileiros na esteira da repercussão das queimadas na Amazônia.

Silencio lembrou, contudo, que o mercado já se encontra na última semana do mês, geralmente marcada por mais volatilidade e distorções nas taxas de cupom cambial. (Reuters)

 
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