Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 24.08.2019 10:23h
Brasil

Bolsonaro pede que queimadas não sirvam como "pretexto" para retaliações

 
Foto: Carolina Antunes/PR

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) se manifestou oficialmente nesta sexta-feira (23), em pronunciamento na TV, sobre as queimadas na floresta amazônica. O chefe do Palácio do Planalto pediu que os incêndios não sirvam como pretexto para possíveis retaliações de países estrangeiros contra o Brasil.

Em tom moderado, diferente do que vinha fazendo em seu perfil no Twitter, ele evitou atacar diretamente autoridades europeias. Bolsonaro defendeu serenidade e disse que “espalhar dados e mensagens infundadas dentro ou fora do Brasil não contribui para resolver o problema”.

“Incêndios florestais existem em todo o mundo e isso não pode servir de pretexto para possíveis sanções internacionais. O Brasil continuará sendo, como foi até hoje, um país amigo de todos e responsável pela proteção de sua floresta amazônica”, afirmou.

Recentemente, o presidente da França, Emmanuel Macron, definiu as queimadas como criminosas e convocou o G7 para discutir o assunto, sugerindo um possível abandono de acordo entre o Mercosul e a União Europeia.

“Diversos países desenvolvidos, por outro lado, não conseguiram avançar com seus compromissos no âmbito do Acordo de Paris. Seguimos, como sempre, abertos ao diálogo, com base no respeito, na verdade e cientes da nossa soberania”, rebateu Bolsonaro.

Ainda de acordo com o presidente, países desenvolvidos se colocaram a disposição para ajudar a reduzir os incêndios, além de se prontificarem a “levar a posição brasileira junto ao G7”, em uma referência aos Estados Unidos.

“É preciso ter serenidade ao tratar dessa matéria. Espalhar dados e mensagens infundadas dentro ou fora do Brasil não contribui para resolver o problema. E se prestam apenas a uso político e a desinformação”, disse. (Bahia.ba/Foto: Carolina Antunes/PR)

 
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