Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 26.08.2019 08:33h
Rio de Janeiro

Alerj discute uso de helicópteros e snipers em ações policiais

 

A Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) discute, nesta segunda-feira (26), o uso de snipers, blindados e helicópteros em operações policiais. (Foto ilustração/globo)

A intenção do grupo é discutir as "garantias legais" dadas aos policiais que utilizam este equipamento, de acordo com edital publicado na semana passada.

O grupo é formado, em sua maioria, por deputados do PSL — sigla com mais deputados na Casa. São cinco, entre os 11 — considerando titulares e suplentes.

Membros efetivos são sete. Dois deles são ex-delegados: Carlos Augusto (PSD) e Martha Rocha (PDT). Completam o grupo titular Coronel Salema (PSL), Márcio Canella (MDB), Alexandre Freitas (Novo), Bruno Dauaire (PRP) e Márcio Gualberto (PSL).

A comissão, na Alerj, é conhecida como "bancada da bala".

Bombas de efeito moral

A audiência ocorre uma semana depois de um vídeo mostrar o lançamento de bomba de efeito moral em ação policial na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio.

Na ocasião, a Polícia Civil afirmou que usou a bomba para "minimizar a necessidade de emprego de arma de fogo".

Dias depois, ao Bom Dia Rio, o secretário da Polícia Civil argumentou que o helicóptero é um "salvador de vidas".

"A Polícia Civil, quando vai a uma operação, ela já fez um trabalho de investigação, já obteve um mandado de prisão, já fez o planejamento prévio e trabalha com inteligência na hora", explicou Braga.

Mortes em confronto

Julho de 2019 foi o mês em que mais pessoas morreram em intervenções policiais no Estado do Rio desde 1998, quando a estatística começou a ser contabilizada. Foram 194, no total, segundo dados divulgados na quarta-feira (21) pelo Instituto de Segurança Pública (ISP).

O número equivale a mais de seis pessoas mortas por policiais por dia. Até então, o maior registro mensal era de agosto do ano passado, com 176. Em maio de 2019, o patamar foi semelhante: 171. (G1)

 
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