Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 26.08.2019 14:40h
Preso na operação Cui Bono

Fachin mantém prisão de ex-ministro Geddel Vieira Lima por não ver ilegalidade

 

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, negou um pedido de liberdade ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB – foto ilustração), preso desde setembro de 2017. A decisão é do dia 22/8.

Na decisão, Fachin afirma que não há ilegalidades na prisão e negou soltar ou conceder medidas cautelares, como prisão domiciliar, porque o emedebista não preenche os requisitos para ficar preso em casa.

“As hipóteses taxativas de colocação do preso provisório em prisão domiciliar são previstas no artigo 318 do Código de Processo Penal, sendo certo que a situação fática do requerente não se amolda a estas, cuja configuração enseja, ademais, prova idônea de sua ocorrência”, afirmou o ministro.

Segundo Fachin, o histórico processual, por si só, evidencia a regular tramitação dos autos da Ação Penal. "Isso, assim, não exsurgindo de tal cenário qualquer constrangimento ilegal decorrente do lapso temporal em que se encontra submetido preventivamente ao cárcere", disse.

Em 2017, a Polícia Federal encontrou mais de R$ 51 milhões em dinheiro vivo em uapartamento que seria utilizado por Geddel em Salvador. A ação, chamada de Tesouro Perdido, é um desdobramento das investigações sobre fraudes na liberação de créditos da Caixa Econômica Federal, a operação Cui Bono.

Já em maio do ano passado, a 2ª Turma do STF recebeu denúncia contra o ex-ministro e ex-deputado federal. Geddel é acusado de lavar dinheiro e integrar organização criminosa junto com o irmão, Lúcio Vieira Lima; a mãe, Marluce; um ex-assessor parlamentar e um empresário. (Por Gabriela Coelho/conjur) 

 
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