Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 29.08.2019 06:50h
Ponto de vista

Shopping Popular; O objetivo é atender a informalidade e arrumar o centro comercial

 

Apesar de todo conflito de interesses sobre o Shopping Popular de Feira de Santana, uma coisa tem que ser observada. A sua criação, em 2014, através do “Pacto de Feira”, entidade que congrega 21 instituições, foi em razão da existência dos camelôs no centro da cidade. E essa premissa tem que ser considerada em qualquer discussão. Os camelôs são, sim, os atores principais desse projeto comercial e ele deve ter condições de funcionamento com esses 1,8 mil comerciantes da informalidade, dados constatados pela secretaria responsável. Sem os camelôs não haveria participação da Prefeitura de Feira de Santana, com doação de uma área – e que área! Mais R$ 13 milhões para a construção desse empreendimento. Pensar em fazer Shopping Popular dando os mesmos privilégios dos camelôs aos possíveis empresários que venham para o espaço é injusto e desigual, já que por princípio a ideia era atender uma questão social e de organização do centro comercial urbano. O Shopping Popular, que visa tirar a informalidade do centro da cidade e, claro, tem seus custos, não pode virar um grupo de elite comercial e sem fim social. Ou seja, perder as suas características. Quando nada é o que foi divulgado anos atrás.

Jair Onofre
 

 
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