Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

O Brasil deve receber ajuda internacional para o combate a incêndio na região amazônica?



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 08.10.2019 16:30h
Tribunal de Contas da União

TCU suspende campanha do "pacote anticrime" de Moro

 

O Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu a veiculação da campanha publicitária do pacote anticrime do presidente Jair Bolsonaro (PSL). A determinação da suspensão partiu do ministro Vital do Rêgo, após pedido dos deputados federais Orlando Silva (PCdoB-SP), Paulo Teixeira (PT-SP) e Marcelo Freixo (PSOL-RJ), todos integrantes do grupo de trabalho, e pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). (Foto ilustração)

O ministro do TCU, Vital do Rêgo usou o argumento de que a divulgação oficial de uma proposição ainda em discussão no Congresso não se enquadra nos objetivos de “informar, educar, orientar, mobilizar, prevenir ou alertar a população para a adoção de comportamentos que gerem benefícios individuais e/ou coletivos”.

Lançada na última quinta-feira (3), em cerimônia no Palácio do Planalto, a propaganda foi idealizada pelo ministro da Justiça, Sergio Moro. A peça custou R$ 10 milhões e aponta os principais pontos do projeto de lei que já foram derrubados pelo grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que analisa o texto. De acordo com o governo, as propagandas seriam veiculadas até o dia 31 de outubro.

Na avaliação dos parlamentares, o pacote anticrime “ainda é algo irreal”, não é uma política de governo, mas sim um projeto legislativo, e como tal não pode ser objeto de campanha publicitária institucional. (bahia.ba)

 
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