Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 22.11.2019 09:06h
Brasília

Operação da PF mira suposto pagamento de propina em troca de decisões da Aneel

 

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta sexta-feira (22) mandados de busca e apreensão para apurar suposto recebimento de propina por ex-diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) entre os anos de 2010 e 2013. Os mandados foram cumpridos em Brasília e miraram três pessoas. (Foto ilustração)

A investigação começou em 2016 a partir de nota técnica da Controladoria-Geral da União (CGU) que identificou indícios de irregularidades em decisões tomadas pela diretoria da Aneel. As decisões teriam contrariado pareceres técnicos da própria agência para beneficiar empresas do ramo de energia. Segundo a investigação, os prejuízos para o poder público ultrapassam R$ 12 milhões.

Segundo investigadores, depois das decisões controvertidas, um ex-diretor da agência, sete meses depois de deixar o cargo, constitui consultoria e foi nomeado diretor de empresas da área de energia. Na nova função, ele e sua consultoria receberam transferências e depósitos de empresas da área de energia elétrica, que teriam sido beneficiadas em decisões da agência.

Ainda de acordo com a investigação, entre os anos 2014 e 2015 houve um aumento de depósitos nas contas vinculadas ao ex-diretor e sua empresa, de aproximadamente 300% em relação aos anos de 2011 a 2013.

De acordo com os investigadores, parte dos valores depositados não consta na declaração de imposto de renda dos dois anos. Segundo a investigação, os indícios apontam que as transferências são uma contraprestação pelos benefícios obtidos pelas empresas após decisões tomadas pelo então diretor da Aneel. (web)

 
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