Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 26.11.2019 10:10h
Moeda norte-americana

Dólar bate recorde e PT aproveita para atacar Bolsonaro

 

Uma semana depois de alcançar a máxima histórica, o dólar registrou um novo recorde. O dólar comercial fechou esta segunda-feira (25) cotado a R$ 4,215 - uma alta de 0,5%. O valor é o mais desde a criação do real e empurrou para quase R$ 4,40 o valor da moeda que é vendida nas casas de câmbio. A alta ainda levou o PT a intensificar as críticas à política econômica e a provocar o governo de Jair Bolsonaro. "Não era só Dilma cair para o dólar baixar? Vão pedir o impeachment de Bolsonaro?", disseram os deputados do PT. (Foto ilustração)

Segundo analistas, a alta registrada nesta segunda-feira foi influenciada sobretudo por conta do anúncio do Banco Central de que as contas externas do Brasil fecharam outubro com um déficit de US$ 7,8 bilhões. O rombo é o pior resultado para o mês desde 2014 e indica saída líquida de dólares do país, o que pressiona para cima o câmbio já que reduz a disponibilidade de moeda estrangeira no país.

A notícia fez, então, o PT reforçar às críticas ao governo de Jair Bolsonaro. Nas redes sociais, deputados do PT ironizaram a alta lembrando que, na época do impeachment de Dilma Rousseff, representantes da direita diziam que a economia brasileira não resistiria a um dólar de R$ 4. Outros ainda lembraram que, no início do ano, muitos economistas e representantes do governo diziam que a aprovação da reforma da Previdência reduziria o valor do dólar.

"Queriam tirar a Dilma porque o dólar estava alto. A época um dólar custava R$ 3,60. Hoje para comprar um dólar custa R$ 4,21", reclamou Paulo Teixeira (PT-SP). "Não tem viagem pra Disney. O pão fica mais caro. Os direitos são retirados. Você ainda vai se aposentar mais tarde. Tudo isso para que os poderosos satisfaçam a vontade do mercado financeiro", disse Maria do Rosário (PT-RS).

"Quando fui líder de Governo Dilma os nossos opositores diziam que não tinha economia que resistisse ao dólar R$ 4,00 e por isso Dilma precisa cair. Agora vocês resistem o Dólar em R$ 4,22? Valor mais alto da história! Vão pedir impeachment do Bolsonaro?", provocou José Guimarães (PT-CE). (congressoemfoco)

 
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