Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 02.12.2019 11:00h
Setor industrial

Crescimento da indústria do Brasil acelera em novembro com demanda mais forte, diz PMI

 

O crescimento da indústria brasileira engrenou em novembro e mostrou aceleração diante da demanda forte, com a produção em alta e o sentimento em relação aos negócios atingindo máxima de sete meses, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgada nesta segunda-feira. (Foto ilustração)

O PMI de indústria do Brasil subiu a 52,9 em novembro de 52,2 em outubro, informou o IHS Markit, explicando que essa foi a segunda melhora mais forte nas condições do setor em nove meses, com destaque para a categoria de bens intermediários.

Com isso, o indicador permanece acima da marca de 50, que separa crescimento de contração.

“É tranquilizador ver que a indústria do Brasil se manteve forte em novembro. Animados por uma alta nas novas encomendas do mercado doméstico, melhor do que o visto no mês passado, os produtores de bens elevaram a produção”, destacou a economista do IHS Markit Pollyanna De Lima.

As empresas consultadas indicaram que o fortalecimento das condições da demanda sustentou o aumento nas entradas de novos trabalhos, com crescimento acentuado das vendas em novembro.

Entretanto, os novos trabalhos foram gerados principalmente pelo mercado interno, uma vez que os exportadores brasileiros registraram novo declínio nas vendas para o exterior —foi a queda mais rápida desde o final de 2016, com fraca demanda principalmente de países da América Latina.

Com isso, o volume de produção do setor industrial brasileiro cresceu pelo quarto mês seguido em novembro, no ritmo mais rápido desde março de 2018.

Entretanto, a criação de empregos não mostrou força significativa, permanecendo fraca.

A taxa de câmbio desfavorável levou os preços dos insumos a aumentar no mês, mas ao mesmo tempo a inflação de preços cobrados moderou em relação a outubro.

Já o nível de sentimento positivo alcançou máxima de sete meses no mês, uma vez que os produtores esperam que a aprovação de reformas públicas, quantidades maiores de venda, condições econômicas melhores, investimentos e diversificação de produtos ajudem no crescimento da produção no próximo ano. (Por Camila Moreira/reuteres)

 
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