Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

O prefeito da sua cidade está investindo corretamente os recursos para o combate ao COVID -19



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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 13.01.2020 11:45h
Justiça

TJ-BA pede ao CNJ mais prazo para se adequar ao juiz das garantias

 
Foto Divulgação

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) foi um dos que pediram ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a ampliação do prazo que a implementação do juiz das garantias. O presidente eleito para o biênio 2020/2022, Lourival Trindade, afirmou que viu com "muita perplexidade, titubeio e muita preocupação" a data estipulada pelo órgão - 23 de janeiro - para o início da vigência da norma.

No entanto, apesar de defender maior prazo, o desembargador disse que é a favor da medida. “A lei tem um lado bom, que foi trazer para o nosso ordenamento jurídico o juiz garantidor, mas por outro lado terá essas dificuldades. Vamos correr contra o tempo, mas estamos comprometidos a criar as condições", destacou.

Assim como o TJ-BA outras cortes alegam necessidade de maior tempo para se adequar às implicações do juiz das garantias. Um dos argumentos é a necessidade de tempo para a inclusão de novas despesas em previsões orçamentárias a mudanças legislativas estaduais.

A Procuradoria-Geral da República enviou, no último dia 9 de janeiro, um memorando ao CNJ com a compilação dos pedidos das cortes brasileiras. O juiz das garantias será responsável por acompanhar os inquéritos, analisando pedidos de quebra de sigilo e de prisão provisória, por exemplo, até o recebimento da denúncia.

A principal dúvida entre os tribunal é como o modelo vai funcionar sem novos custos nas comarcas com um único juiz, que correspondem, segundo o CNJ, a aproximadamente 20% da Justiça estadual no país. (Bocão News/ Foto Divulgação)

 
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