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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 27.01.2020 07:20h
Tragédia anunciada

Brasil tem 122 barragens em risco, alerta consultoria dinamarquesa

 

Um ano após o rompimento da barragem B1, da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, tragédia que deixou 259 mortes confirmadas e 11 pessoas desaparecidas, o fantasma da repetição da história continua a assombrar a sociedade. De acordo com uma empresa de consultoria em serviços ambientais, a dinamarquesa Ramboll, o Brasil ainda tem 122 barragens que oferecem risco. Desse total, 84 são da mineradora Vale, responsável pelo desastre que completou um ano. Onze são do estilo alteamento a montante, o mesmo tipo de estrutura da B1 e da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, que se rompeu em 2015, no distrito de Bento Rodrigues, quando 19 pessoas morreram. (Foto ilustração)

Após o desastre em Brumadinho, foi publicado no Diário Oficial da União, no dia 18 de fevereiro de 2019, a resolução da Agência Nacional de Mineração (ANM) que proibiu “a utilização do método de construção ou alteamento de barragens de mineração denominado ‘a montante’ em todo o território nacional”. A decisão determinou o descomissionamento ou a descaracterização das barragens da Agência Nacional de Mineraçãos até 15 de agosto de 2021 e, para aquelas que ainda estavam ativas na data de publicação da resolução, a conclusão do descomissionamento ou da descaracterização até 15 de agosto de 2023.

O alteamento a montante é considerado o mais barato e o menos seguro entre as tecnologias para barragens de mineração. De acordo com o engenheiro ambiental Eugênio Singer, presidente da Ramboll no Brasil, “precisamos repensar as condições de monitoramento para garantir a segurança das barragens. Padrões técnicos e operacionais elevados pesam na balança entre a vida e a morte”. (veja.abril)

 
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