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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 03.03.2020 09:40h
Brasília

Com base desmobilizada, reforma do funcionalismo público perde força

 

Poucos acreditavam que o governo entregasse ainda nesta terça-feira (3/3) o texto da reforma administrativa. No início da tarde desta segunda-feira (2/3), a estratégia de propor mudanças no serviço público federal fracassou mais uma vez. O lançamento da Frente Parlamentar Mista da Reforma Administrativa, previsto para esta terça-feira (3/3) na Câmara dos Deputados, não tem mais data marcada. Por meio de nota, a assessoria de deputado Tiago Mitraud (Novo/MG) informou que o evento está adiado, em razão de uma cirurgia à qual o parlamentar se submeteu. (Foto ilustração)

As complicações da Frente Parlamentar, no entanto, não se limitam ao estado de saúde do parlamentar. “Mesmo que ele não estivesse doente, seria desconfortável lançar a frente sem o texto”, destaca Antônio Augusto Queiroz, analista político e sócio-diretor da Queiroz Assessoria em Relações Institucionais e Governamentais. Ele entende que o governo procura um momento político mais adequado, após os desgastes causados pelo ministro Paulo Guedes, que chamou os servidores de “parasitas”, e pelas declarações do general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que acusou o Congresso de fazer chantagem com o Executivo.

Queiroz afirma que fatores externos ao Congresso podem afetar o futuro da reforma administrativa. “A manifestação do dia 15 será um divisor de águas. Ou o governo sai vitorioso e o Congresso, acuado, ou o governo, sem apoio, sai acabado, e o Congresso se fortalece. Seja como for, a reforma precisa começar a tramitar”, acredita. Para o cientista político Jorge Mizael, sócio-diretor da consultoria Metapolítica, o lançamento da Frente simultânea à chegada do texto da reforma ao Congresso era o “casamento que Mitraud esperava”. Não aconteceu. Ficaram claras, segundo o especialista, as incertezas sobre o teor do texto. “Falta clareza e objetivos. Foram várias sinalizações, sem contrapartidas”, observa Mizael.

Lucas Fernandes, analista político da BMJ Consultores Associados, reforça que o fato de 2020 ser ano eleitoral complica a tramitação das propostas que sofrem pressões tanto de servidores, que combatem as intenções governamentais, quanto da população, que está convencida da conveniência do enxugamento da máquina pública. “O texto final vai ser o que o governo conseguir aprovar”, afirma Fernandes. (Vera Batista/cb)

 
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