Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 05.11.2012 06:03h
Hosannah Leite*

SERÁ O FIM DA HISTÓRIA!?

 
Foto: Hosannah Leite – Economista, Professor Universitário e Homem Público

Foto: Hosannah Leite – Economista, Professor Universitário e Homem Público

Com o esfacelamento do sistema socialista mundial, o filósofo e economista Francis Fukuyama, afirmou em publicações e fóruns diversos, que as derrotas do fascismo e socialismo em escala mundial, teriam estabelecido o fim da história, pelo fato dos EUA reinarem absolutos no controle do mundo, universalizando o sistema capitalista, com o domínio da “democracia ocidental” sobre as demais ideologias.

Os eventos que ocorrem neste início do século XXI, com as implantações de guerras localizadas, difundem a retórica da necessidade da democracia nos moldes capitalista, para encobrir interesses econômicos e políticos, especialmente do domínio de fontes energéticas.
 
O alastramento dos conflitos no Oriente Médio confirma este direcionamento de dominação de fontes supridoras de petróleo, produto base do mecanismo de produção dos Estados Unidos e da União Européia.
 
Apesar dente poder, na Europa vivencia-se momentos históricos de fortes comoções político-econômicos, contestando as aplicações das medidas neoliberais, cujo peso recai sobre os ombros da população, na busca de solução para a crise econômica mundial que se alastra desde 2008,com suas origens no sistema financeiro.
Contudo, o mundo capitalista traz em suas entranhas profundas contradições, que estabelecem polaridades expressivas e grandiosas que se deve considerar e analisar, especialmente em se tratando do mecanismo de acumulação de riquezas e da relação entre ricos e pobres. Vejamos:
 
a. 1% da população possui 40% da riqueza mundial;
b. 64,3% destes ricos estão nos EUA e Japão;
c. 1,2 bilhões de habitantes vivem em condições humanas deploráveis (miséria);
d. 2,8 bilhões de habitantes vivem com menos de 2 dólares diários;
Se estes dados causam estupefação quando analisados do ponto de vista da renda, com  indicadores sinalizando sempre para um maior aprofundamento dessas diferenças, ao se analisar do ponto de vista empresarial os dados são mais contundentes.
 
A Universidade de Zurich tornou pública em 26.out.2011, pesquisa de cientistas suíços que procederam levantamento envolvendo 43.060 corporações transnacionais e concluíram que 1.318 empresas formavam o coração da econômico mundial, sendo que 147 delas compunham uma “super entidade” que controla 40% da economia global e são formadas, basicamente, por bancos e empresas de extração mineral. Estas empresas formam um grande conjunto de entrelaçamentos através de diretorias corporativas, estabelecendo uma rede de poder controlador da economia mundial.
 
Esse estudo, como era de se esperar, foi sepultado pelos meios de comunicação norte-americanos, só recebendo publicação no Daily Mail, jornal britânico. 
 
Esta situação demonstra a vulnerabilidade do sistema capitalista a crises econômicas como a que vivenciamos e mostra as entranhas reais do movimentado mundo capitalista, com um rumo contundente e uno–direcional para os grandes controladores dos meios de produção.
 
Ao povo, especialmente os que vendem suas forças de trabalho, resta o sacrifício e as dores de uma sobrevivência sempre na esperança de dias melhores e de horizontes mais alvissareiros.
 
Será o fim da história ou estamos ingressando em novo momento de necessidades de mudanças globais, dentro deste mundo neoliberal globalizado e perverso? A história não chegou a seu fim, como afirmou Fukuyama, mas chegou ao ápice da intensidade desmedida da exploração capitalista e novos tempos são exigidos nos diversos quadrantes do mundo. 
 
Uma nova era surgirá ao lado de um novo momento histórico e promissor!
 
*Hosannah Leite – Economista, Professor Universitário e Homem Público.
 
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