Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

Você acredita que haverá segundo turno para presidente no Brasil em 2022?



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

Leia Mais

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
Enviado por Jair Onofre - 30.04.2020 16:00h
Dívidas federais, estaduais e municipais

Dívida bruta sobe a 78,4% do PIB em março e perda do BC com swap é a maior em mais de 4 anos

 

A dívida bruta brasileira subiu a 78,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em março, acima do esperado por economistas e maior patamar desde agosto do ano passado, num mês também marcado por forte elevação das perdas do Banco Central com os contratos de swap, em meio à disparada do dólar diante da pandemia do novo coronavírus e da saída maciça de recursos do país. (Foto ilustração)

Em fevereiro, a dívida bruta era de 76,7% do PIB, e analistas consultados pela Reuters esperavam uma alta para 77% do PIB.

Já a dívida líquida, que considera os ativos do governo, recuou para 51,7% do PIB, sobre 53,6%, refletindo o aumento do valor em reais das reservas internacionais.

Segundo a autoridade monetária, a moeda norte-americana avançou 15,6% no mês, embalada pelas crescentes preocupações acerca dos impactos econômicos da pandemia do coronavírus, o que provocou uma fuga por ativos considerados de menor risco em mercados no mundo inteiro.

Em março, o déficit primário foi de 23,655 bilhões de reais para o setor público consolidado. Enquanto o governo central —formado por governo federal, Banco Central e INSS— teve um rombo de 21,380 bilhões de reais, Estados e municípios ficaram no vermelho em 2,680 bilhões de reais.

As empresas estatais, por sua vez, registraram superávit de 405 milhões de reais.

Na véspera, o Tesouro já havia divulgado que o resultado do governo central foi beneficiado pela decisão do governo de jogar para frente o pagamento de cerca de 10 bilhões de reais em precatórios. Sem isso, o rombo teria sido significativamente maior.

De acordo com o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, o resultado de março também não foi afetado pela crise com o Covid-19. Esse efeito ficará claro a partir de abril, quando o rombo primário deve superar o déficit de todo o ano de 2019, destacou ele. (Por Marcela Ayres)

 
Comente Sem Comentários
 
 

Comentários:

 
Sem comentário para essa postagem!
 

Comente:

 

Nome:

Comentário:

 
 

 

 
 
 
 


 
 
 
 
Facebook
 
 
 
 
 
Pazzi Povo FM
 
Jair Onofre - Alvorada Sertaneja
 
Tinga - material eletrico
 
Magno Felzemburg - Consumidor
 
 
TWITTER
 
LUCY REGE
 
 

2022

2021

2020

 
 
    Bahia na Política © Todos os direitos reservados.
www.bahianapolitica.com.br E-mail: contato@bahianapolitica.com.br
RSS
by M9 Design e Tacitus Tecnologia