Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 29.06.2020 09:02h
Imbróglio dos respiradores

Justiça quebra sigilo bancário de secretário da Saúde do Pará

 

Depois de ser alvo de busca e apreensão por suspeita de fraudes na aquisição de respiradores, o secretário estadual de Saúde, Alberto Beltrame (Foto ilustração) agora teve autorizada pelo Tribunal de Justiça do Pará as quebras de seu sigilo bancário e fiscal por outro suposto crime.

Segundo informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo, ele agora é acusado de desvios de verba na compra de garrafas de plástico.

Beltrame nega, diz que não assinou o contrato e que sequer foi ouvido antes das medidas judiciais. “Minha assinatura foi escaneada de outro documento e colada nos despachos da aquisição das garrafas. Abri sindicância para apurar os fatos”, afirma.

Contudo, o Ministério Público estadual acusou o secretário e outros envolvidos de acreditaram na impunidade para fazer uma “verdadeira festa com o dinheiro público para interesses particulares”.

Na ação de improbidade movida pelo Ministério Público, houve pedido de busca e apreensão, mas a Justiça negou –seria a terceira contra Beltrame em menos de um mês.

Segundo o órgão, cada garrafa pet custou R$ 1,5 (vazias, de 240 ml). O contrato foi de R$ 1,7 milhão. (bahia.ba)

 
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