Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

Eleição sendo em novembro o eleitor estará livre do COVID - 19 na votação



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 29.06.2020 10:20h
Setor dos Biocombustíveis

Se demanda por etanol crescer como esperado até o fim de 2020, Brasil pode ter aperto na oferta

 

Em um cenário de recuperação gradual e consistente da demanda por etanol, o Brasil pode ver um aperto na oferta e uma alta nos preços no segundo semestre de 2020, afirma o especialista de açúcar e etanol do Rabobank no País, Andy Duff. Em podcast publicado pelo banco na sexta-feira, ele lembra que, por causa da pandemia, não apenas o consumo de combustíveis diminuiu como também a produção de etanol, já que as usinas priorizaram a fabricação de açúcar na safra 2020/21. (Foto ilustração)

O banco projeta uma perda na demanda pelo biocombustível ao fim da temporada atual da ordem de 3,5 bilhões de litros ante o registrado na safra 2019/20. Enquanto isso, a retração na produção das usinas do Centro-Sul seria de 6 a 7 bilhões de litros na mesma base comparativa, em virtude do mix mais açucareiro da safra 2020/21. Os cálculos consideram, segundo o analista, recuperação gradual do consumo até novembro, quando retornaria ao patamar de novembro

"Nesse cenário, a queda do consumo fica bem menor do que a projetada para a produção. Por isso, há uma possibilidade de haver um aperto entre oferta e demanda até o último trimestre deste ano, o que melhoraria os preços do etanol na safra atual", disse Duff no podcast. Ele acrescentou que, para que a retração estimada do consumo fosse igualada à projetada para a produção, o mercado precisaria observar uma queda de 30% na demanda por combustíveis do mês de março até dezembro.

O setor, que foi um dos mais afetados pela pandemia no agronegócio brasileiro, deve prestar muita atenção ao desenvolvimento dos preços do biocombustível e às perspectivas de consumo nos próximos meses, afirma Duff. Segundo ele, embora haja um consenso de que a safra 2020/21 será mais açucareira, as variáveis no mercado de etanol também não podem ser ignoradas. (NA)

 
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