Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

O prefeito da sua cidade está investindo corretamente os recursos para o combate ao COVID -19



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 06.07.2020 09:30h
Possível nome para o MEC

Deschamps aparece como opção para o MEC, após desistência de Feder

 

O temor de ser novamente descartado levou o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, publicar post “declinando” do Ministério da Educação. Ele já havia aceitado o convite, em conversa ao telefone com o presidente Jair Bolsonaro, quinta (2). Mesmo avisado de que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) ia averiguar sua “ficha”, Feder preferiu evitar um novo vexame. Ressurge com força o nome do ex-secretário de Educação do governo de Santa Catarina, Eduardo Deschamps (Foto ilustração). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Com a demora em ser anunciado, Renato Feder se convenceu de que estava fora e tentou criar uma narrativa para não ser “chutado” outra vez.

O problema é que a Abin detectou problemas da empresa de Feder com a Justiça, em um caso se acusação de suposta sonegação de ICMS.

A empresa Multilaser tem contratos com o governo federal, o que também poderia ser alegado contra ele pela oposição.

O caso Decotteli, que falsificou o seu próprio currículo, fez de Bolsonaro “gato escaldado”, daí a necessidade de checar a ficha de indicados. (DP)

 
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