Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

O prefeito da sua cidade está investindo corretamente os recursos para o combate ao COVID -19



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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 31.07.2020 16:10h
Mercado de Trabalho

Número de brasileiros afastados do trabalho por pandemia cai para 7 mi

 

O número de brasileiros afastados do trabalho por causa da pandemia caiu para 7 milhões na semana de 5 a 11 de julho, segundo a Pnad Covid19 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta sexta-feira (31) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). (Foto ilustração)

Na semana anterior, 8,3 milhões estavam nesta situação (10,1% da população ocupada), enquanto na semana de 3 a 9 de maio o contingente era de 16,6 milhões (19,8%).

A população desocupada foi estimada em 12,2 milhões de pessoas, estável frente à semana anterior (11,5 milhões), mas cresceu em relação à semana de 3 a 9 de maio (9,8 milhões).

Trabalho remoto

O número de pessoas ocupadas que estavam trabalhando de forma remota caiu de 8,9 milhões para 8,2 milhões. São cerca de 700 mil pessoas que podem ter retornado ao trabalho presencial com a flexibilização das medidas de distanciamento social.

A coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, diz que esta foi a primeira queda significativa. “Essa é a primeira queda significativa nesse grupo desde o início de maio, quando a pesquisa começou. A redução foi observada tanto em valores absolutos (643 mil) quanto percentuais (11,6%) e reflete o que já estamos vendo, que é o retorno de parte dessas pessoas aos seus locais de trabalho antes da pandemia”, afirmou.

19,2 milhões não procuraram trabalho

O levantamento mostra que 19,2 milhões de brasileiros não procuraram emprego durante a semana por causa da pandemia de coronavírus ou por não encontrarem uma ocupação na localidade em que moravam. Depois de uma queda em junho (17,3 milhões), esse grupo voltou ao patamar do início de maio (19,1 milhões).

A taxa de ocupação ficou em 81,1 milhões, o que significa que menos da metade da população (47,6%) estava trabalhando na segunda semana de julho.

Já a taxa de trabalhadores na informalidade ficou em 34,0%, atingindo 27,6 milhões de pessoas. No início de maio, eram 29,9 milhões. (r7) 

 
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