Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 16.10.2020 10:50h
Balança Comercial

Superávit do Brasil com China soma R$ US$ 28,8 bi de janeiro a setembro, diz FGV

 

A China foi responsável por 68% do saldo da balança comercial brasileira acumulado de janeiro a setembro de 2020. O superávit do Brasil com a China foi de US$ 28,8 bilhões no período. Os dados são do Indicador de Comércio Exterior (Icomex) divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). (Foto ilustração)

O saldo da balança comercial em setembro foi de US$ 6,2 bilhões, o maior da série histórica mensal desde 2001. No acumulado de janeiro a setembro, o superávit ficou em US$ 42,2 bilhões, o segundo maior. Segundo a FGV, a expectativa é que o País encerre o ano com um superávit de aproximadamente US$ 58,5 bilhões.

O volume exportado pelo Brasil cresceu 0,4% de janeiro a setembro de 2020, ante o mesmo período do ano anterior. O volume importado no período recuou 8,1%. Na comparação com setembro de 2019, as exportações recuaram 4,0% em volume em setembro deste ano, enquanto as importações encolheram 18,7%.

"A acentuada desvalorização da taxa de câmbio efetiva real ajuda a conter as importações e barateia o preços dos produtos brasileiros no comércio exterior", apontou a FGV, em nota.

No entanto, a forte desvalorização da moeda brasileira ante o dólar também aumenta os custos de setores que utilizam insumos e componentes importados, como o segmento automotivo e eletrônico

"A agricultura é também onerada em termos de seus insumos; no entanto, o peso dos importados para este setor é menor e a demanda chinesa tem assegurado o crescimento das nossas exportações. Outra questão relevante é como os operadores de comércio exterior estão analisando a desvalorização. Comércio exterior exige um olhar que vai além do curto prazo. Nesse contexto, mesmo com a forte desvalorização do real, os exportadores e importadores tendem a ser mais cautelosos e podem estar adiando decisões, como, por exemplo, a substituição de fornecedores estrangeiros por domésticos", completou a FGV. (Estadão Conteúdo)

 
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