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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 01.12.2012 06:06h
Hugo Navarro

A Virgindade que abalou a Câmara

 
Foto: Jornalista Hugo Navarro

Foto: Jornalista Hugo Navarro

Os leilões de virgindade, que estão virando moda e ampliam a oferta da prostituição pela Internet, até que não provocaram reação de sociedade de inaudita, licenciosa e incontrolável permissividade. Foram recebidos, no geral, por empulhação, vigarice e falta de vergonha, que neste país estão a se transformar em epidemia, atingindo gregos e troianos, governantes e governados. Não encontraram resposta além da chalaça, do achincalhe e da desconfiança, despertando aquele sentimento de alerta que atinge algumas pessoas quando se descobre algum novo “golpe” na praça, salvo nesta cidade, onde ocorreu repetida e remoída, falada e escrita, a notícia de que um vereador deste Município havia ingressado no leilão promovido por certa e respeitável senhora do interior do Estado, fazendo não desprezível lance.

O invulgar interesse, entretanto, somente apareceu depois que a Câmara, amedrontada com a risível imputação, sentindo se ofendida na sua fortaleza moral e nos seus invictos pundonores, resolveu adotar drásticas providências para apurar os gravíssimos fatos. Alguns vereadores, assaltados de medos e cercados de imoderados escrúpulos diante do boato um tanto ou quanto safado, é verdade, pediram providências à direção da Casa, que no auge do paroxismo moral resolveu nomear comissão para tentar esclarecer o que de verdade em torno dos memoráveis acontecimentos e, sendo possível, trazer para o conhecimento e execração pública o nome do legislador tarado, cujo destino político ninguém pode afirmar, de antemão qual será, se o herói, capaz de assumir lugar de destaque nos anais do Municipio, ou se poderá ser havido por irresponsável e devasso irremediável e, sabe-se , candidato a vaga em algum hospício dos programas de saúde do governo, o que lhe poderia resultar em sentença de morte inapelável.
 
A Câmara, ferida em sua dignidade, decidiu criar a Comissão da Virgindade que irá a distante cidade onde reside a apontada fonte do boato e autora do leilão para interroga - lá sobre a boataria, para que revele o nome do suposto, audacioso, desvairado e depravado vereador, além de ouvir o Delegado de Polícia não pode ser elevado à categoria de zelador perpétuo de virgindades lançadas no comércio e deve ter mais o que fazer para andar a meter do bedelho em assuntos da vida alheia, até porque vereador não é polícia e suas prerrogativas não ultrapassam os limites deste avançado, santo e pudico Município de Feira de Santana.
 
A Câmara ao que tudo indica, está nadando em dinheiro. A viagem da Comissão Investigadora a Sapeaçu importará em despesas não pequenas com o transporte de vereadores e a estada da Comissão naquela cidade, resultando em gastos desnecessários e sem nenhum sentido. Isto nos faz relembrar o decreto de prefeito que demitiu o administrador do então distrito de Tanquinho “em virtude de seu falecimento”.
 
Tão forte andam os escrúpulos e cuidados da Câmara em torno da heróica moralidade de seus membros, que no andar da semana ouviu revoltados pronunciamentos contra a anunciada apresentação, de banda de reggae (ou coisa pior), presa, recentemente sob acusação de estupro de jovens que lhe invadiram o ônibus, de madrugada, após show, na busca frenética de inocentes autógrafos. Tais atitudes são próprias ou de quem vive fora de sua época, desconhece o papel reparador do “Super-Bonder” não entende a extensão das liberdades na sociedade de hoje, que espicha direitos, mas não quer saber de limites, conveniências, e obrigações ou é santarrão disputando o lugar de mártir das virtudes defuntas.
 
Hugo Navarro - Advogado, Jornalista e Articulista do Jornal Folha do Norte
 
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