Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 07.12.2020 06:53h
Ex-vereador Messias Gonzaga

Resultado eleitoral em Feira de Santana, mais uma chance desperdiçada

 

Venceu o continuísmo de uma política tacanha, enganadora, atrasada, reacionária e farsante. Sim, a maioria do eleitor preferiu dar o aval para que um grupo político monopolista e cansado, com acusações graves de desvio de milhões de recursos da saúde pública, continuasse comandando os cofres públicos em proveito próprio. 

Desesperados e se utilizando de falcatruas como a compra de 26 mil cestas básicas às vésperas do pleito e distribuindo acintosamente para favorecer às candidaturas de vereador e ao candidato ao cargo majoritário, dificultando a locomoção de eleitores da zona rural que no primeiro turno deram vitória ao candidato da oposição, trazendo “artista” às vésperas da eleição para apresentação em bairros populares, à revelia da lei, usando o exército de cerca de 6 (seis) mil funcionários fantasmas, centenas de cooperados e terceirizados, usando como argumento de que se perdessem a eleição, seriam demitidos, dentre outras armações, acabaram impedindo a eleição de quem teria capacidade de fazer as mudanças e avanços necessários para o município.

Zé Neto eleito prefeito, uma nova era administrativa se iniciaria, com projetos avançados em parceria com o governo do estado, trazendo empresas, empregos, melhorando a educação, a saúde, a assistência social, a cultura, a mobilidade, o meio ambiente, etc.

A maioria do povo ignorou e virou as costas para esta perspectiva e disse que está “tudo bem”.

A cidade perdeu a oportunidade de conhecer em profundidade o funcionamento da máquina pública com a realização de auditorias nas várias secretarias municipais, em cooperativas, prestadoras de serviço, etc.

Com o resultado do primeiro turno que apontou a vitória da oposição, estes senhores e seus asseclas, perderam o sono e manipularam de todas as formas para não perder a eleição e ver descobertos os atos praticados durante todo esse tempo.

Escaparam por um triz, foguetórios se ouviu a noite inteira do domingo ao final da apuração.

Nós que estamos do lado de cá, que temos compreensão clara dos meandros da política, lamentamos por todos os munícipes que amargarão mais 4 (quatro) anos de uma administração sem rumo.

Vereador em cinco oportunidades em Feira de Santana, Messias Gonzaga e Coordenador Regional do Inema.

 

 
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