Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 31.12.2020 09:54h
Operação Faroeste

MPF denuncia desembargadora e três advogados por corrupção

 
Foto Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou a desembargadora do Tribunal da Justiça da Bahia (TJBA), Ilona Reis por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Além dela, os advogados Marcelo Junqueira Ayres Filho, Fabrício Bôer da Veiga e Júlio César Cavalcanti Ferreira também foram denunciados pelos crimes. Eles são investigados na Operação Faroeste, que investiga um esquema de venda de sentenças no TJ-BA e grilagem de terra.

Segundo a investigação, o quarteto fazia parte de um grupo que era dividido em quatro núcleos: um judicial, de defensores, um econômico e outro de defesa social. Procuradores apontam que os valores envolvidos na organização criminosa giram em torno dos R$ 800 mil, com cerca de R$ 300 mil utilizados para tentar ocultar o envolvimento entre os acusados.

Ainda conforme o MPF, o esquema foi montado pela desembargadora e os advogados Marcelo Juqueira e Fabrício Bôer foram os principais operadores. Um colaborador, que apresentou provas ao órgão, disse que ele próprio pagava e confeccionava as decisões dentro dos parâmetros ilegais definidos pelo grupo.

O MPF requer que o STJ decrete a perda da função pública dos envolvidos e a perda do produto dos crimes, no valor mínimo de R$ 300 mil, que equivalem à soma da lavagem de dinheiro no esquema. acordo com o previsto na Lei de Lavagem de Capitais.

O órgão também quer que os denunciados sejam condenados ao pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 800 mil, mais juros e correção monetária. Segundo o MPF, “os prejuízos decorrentes dos crimes de organização criminosa e lavagem são difusos e pluriofensivos, e deram causa, ilicitamente, ao descrédito do mais elevado órgão do Poder Judiciário local perante a sociedade”. (M1/ Foto Reprodução)

 
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