Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 31.12.2020 11:00h
O imbróglio das Vacinas

Após AstraZeneca, governo quer que Pfizer reveja cláusulas de contrato

 

Após o Reino Unido dar aval à vacina emergencial da Astrazeneca, o governo brasileiro passou a considera-la a principal aposta para iniciar o processo de vacinação contra a coronavírus no Brasil e vai renegociar as condições de contratação com a Pfizer, que tinha até então até então a prioridade na fila. (Foto ilustração)

São quatro as cláusulas que o governo brasileiro considera abusivas e que agora aguarda que a Pfizer flexibilize:

1) Que o Brasil deposite valores em uma conta no exterior da Pfizer como garantia de pagamento;

2) Que qualquer questão contratual seja julgada em um tribunal de Nova York, nos Estados Unidos;

3) Que o primeiro lote de vacinas seja de 500 mil unidades (número considerado insuficiente pelo Brasil);

4) Que seja assinado um termo de responsabilidade por eventuais efeitos colaterais da vacina.

As cláusulas foram encaminhadas ao Ministério da Saúde em um memorando de intenções. Mas o acordo travou. As negociações eram para o fornecimento de 70 milhões de doses, mas emperraram porque o próprio presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, consideraram exageradas as exigências da empresa.

A expectativa agora é a de que com o anúncio da Astrazêneca a Pfizer flexibilize suas posições sob pena, segundo as autoridades brasileiras, de não fechar negócio com o governo brasileiro. (CNN) 

 
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