Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 31.12.2020 11:30h
Governo Federal

Governo monitora a necessidade de um plano de contingência, diz ministro interino

 

Como o pacote de medidas emergenciais contra os efeitos da pandemia de covid-19 na economia acaba nesta quinta (31/12), o governo, por enquanto, descarta uma prorrogação dos benefícios fiscais em 2021. No entanto, admite que pode adotar algumas medidas, "caso seja necessário".

"O estado de calamidade se encerra neste fim de ano", afirmou o ministro da Economia interino, Marcelo Guaranys (foto ilustração), nesta quarta-feira (30/12). Contudo, ele reconheceu que, em caso de necessidade, algo poderá ser implementado no ano que vem. "Estamos monitorando os efeitos da covid sobre a população. E, caso seja necessário, a gente volta a adotar algumas medidas", garantiu.

Guaranys não citou quais seriam essas medidas em um possível plano de contingência se houver agravamento dos casos de contágio da doença e congestionamento dos hospitais, enquanto não há um plano de vacinação em massa em curso. Ele lembrou que a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), desta quarta, que ampliou o estado de calamidade na área de saúde, mas não determinou ampliação das medidas de cunho fiscal.

"Vamos continuar acompanhando os efeitos da covid-19 sobre a população. A medida do ministro traz a manutenção do estado de calamidade para fins sanitários", frisou o ministro interino. "Do ponto de vista fiscal, o estado continua monitorando as medidas e os impactos e essa é nossa ação e verificar quais os impactos econômicos da covid para a população", emendou.

De acordo com Guaranys e o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, o governo está desenhando um plano de contingência que inclui medidas que foram eficazes do ponto de vista fiscal, e, desse modo, um novo pacote não terá a magnitude de R$ 620 bilhões dos gastos realizados pela União com medidas tanto do lado da receita quanto do lado da despesa. Desse montante, o auxílio emergencial consumiu mais da metade: R$ 322 bilhões.

"Este ano foi um ano atípico e fechamos ele com um gasto primário muito elevado no combate às mazelas da covid. Agora, vamos olhar o que foi feito e o que foi mais efetivo para escolher para onde seguiremos", disse Waldery. Segundo ele, a Secretária de Política Econômica (SPE) está desenhando esse plano de contingência, mas com atenção ao aumento do endividamento público. "Teremos capacidade de resposta, sendo necessária", garantiu.
Dívida pública

De acordo com o secretário de Fazenda, a nova previsão do governo para a dívida pública bruta é de 91% do Produto Interno Bruto (PIB), patamar elevado, mas "mais perto de 90% do PIB do que de 100% do PIB". Para 2021, ele informou que a estimativa da equipe econômica é que a dívida chegue a 91,7% do PIB.

Waldery destacou que, com a nova atualização da série do Banco Central, a dívida pública bruta ficou em 88,1% do PIB no mês de novembro, primeira queda no ano. A taxa de 2019 passou de 75,8% para 74,3% do PIB. Segundo ele, como as projeções estão menores do que antes, isso é positivo para a retomada da agenda de consolidação fiscal. "Estamos diuturnamente preocupados com a gestão da dívida pública", afirmou. (correiobraziliense) 

 
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