Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 01.01.2021 09:55h
Política

Prefeitos assumem com desafio de medidas urgentes de combate à pandemia e necessidade de reverter situação fiscal

 
Foto Reprodução

Os prefeitos eleitos assumem o cargo com um desafio mais urgente: o enfrentamento da pandemia de coronavírus em todo o Brasil com o aumento acelerado de número de casos.

Há o reconhecimento entre os próprios prefeitos de que há legitimidade para tomar medidas mais duras nesse momento, já que foram eleitos com esse discurso de responsabilidade diante da pandemia.

Na recente disputa, os candidatos que minimizaram a gravidade da situação e adotaram um discurso negacionista, em sintonia com o presidente Jair Bolsonaro, tiveram um desempenho sofrível.

É consenso entre os eleitos a necessidade de tomar ações para o controle da pandemia e frear uma segunda onda: medidas restritivas para circulação de pessoas, mesmo que impopulares; monitoramento de leitos disponíveis para doentes nos hospitais; e um papel decisivo na vacinação.

O papel dos prefeitos diante da ausência de uma coordenação do Ministério da Saúde nesses últimos meses será decisivo.

Enquanto o governo federal fracassou até mesmo na aquisição de seringas e agulhas para a vacinação, alguns prefeitos, como Alexandre Kalil, de Belo Horizonte, já se prepararam antecipadamente para aquisição desses itens e também fecham acordos com o Instituto Butantan para a comprar de doses da vacina CoronaVac.

Em outra frente, esses mandatos terão que enfrentar a gravíssima situação fiscal da maioria dos municípios. O colapso financeiro das administrações também foram tema da recente campanha. E o discurso da responsabilidade fiscal saiu vitorioso.

Portanto, os prefeitos terão que criar condições políticas para o enxugamento da máquina e a aprovação de reformas estruturantes nas contas públicas das cidades. (G1/ Foto Reprodução)

 
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