Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 02.01.2021 08:10h
Brasil

Ajuste das contas públicas é urgente para impedir desastre fiscal

 

Para enfrentar a pandemia de covid-19, o Brasil precisou se endividar como nunca antes. Por isso, a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) cresceu quase R$ 1 trilhão neste ano e tornou-se o maior desafio da economia. Analistas são unânimes em dizer que o país chega a 2021 diante de uma obrigação: colocar as contas públicas em ordem, pois, senão, cairá em uma espiral ainda mais grave de deterioração fiscal. E o que virá depois de um eventual desastre, para a União e para a sociedade, será mais inflação e, por tabela, mais desemprego e pobreza. (Foto ilustração)

De acordo com o Ministério da Economia, a crise sanitária teve impacto primário de R$ 620,5 bilhões — só o auxílio emergencial custou R$ 321,8 bilhões. E, como as contas brasileiras vêm deficitárias desde 2014, o governo teve que se endividar para custear as medidas de combate ao novo coronavírus. A dívida bruta, que era de R$ 5,55 trilhões no início de 2020, foi a R$ 6,574 trilhões até outubro passado — saiu de 75,8% do PIB para 90,7% do PIB, conforme dados do Banco Central (BC).

O patamar é inédito, mas, para o Fundo Monetário Internacional (FMI), essa conta está subdimensionada. É que a instituição multilateral inclui na conta os títulos públicos que são usados pelo BC nas operações compromissadas. Por isso, segundo o Monitor Fiscal do FMI, a perspectiva é que a dívida bruta alcance 101,4% do PIB no fechamento das contas de 2020. O número só não é maior do que o da Angola (120,3% do PIB), pois a média de endividamento de países classificados como economias emergentes é de 62,2% do PIB.

No último Relatório de Riscos Fiscais, a União admitiu que o aumento da relação dívida bruta/PIB “foi acima da média”. “O endividamento bruto está rompendo todos os níveis históricos do Brasil. A dívida é muito alta em comparação com outros países”, salienta o documento, ressaltando que “o endividamento brasileiro está próximo ao observado em países com classificação de alto risco”.

O governo, porém, garante que a dívida não vai chegar a 100% do PIB, como aponta o FMI. Recentemente, o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, afirmou que as projeções que apontavam para uma dívida nesta escala, ao final de 2020, devem ser reduzidas, já que os números do Produto Interno foram revisados para melhor pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por causa disso, a dívida bruta fechou novembro em 88,1% do PIB. O Ministério da Economia projetou o indicador 93,5% para 93,3% no fechamento de 2020. (correiobraziliense)

 
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