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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 04.01.2021 06:03h
Vacina contra o Covid-19

Índia restringe exportação da vacina de Oxford para priorizar imunização no país

 

A Índia restringiu, até pelo menos meados da março, a exportação da vacina contra coronavírus da Universidade de Oxford/ AstraZeneca produzida pelo maior fabricante de vacinas do país, o Serum Institute of India (SII). O anúncio foi feito nesta domingo (3) pelo chefe do instituto. (Foto ilustração)

"Recebemos uma licença restrita apenas para dar e fornecer (a vacina) ao governo da Índia porque eles querem priorizar os segmentos mais vulneráveis e necessitados", disse o CEO do SII, Adar Poonawalla, à CNN americana.

Ao conceder licença de uso emergencial à vacina da AstraZeneca, fabricada na Índia pelo instituto, os reguladores indianos impuseram a condição de que o governo do país fosse o único comprador.

"A única condição é que só possamos fornecer ao governo da Índia. Não podemos vender no mercado privado e não podemos exportar", disse Poonawalla.

No Brasil, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é responsável por produzir a mesma vacina.


Compromisso com o Covax

Poonawalla acrescentou que espera que a restrição à exportação da vacina seja amenizada em março ou abril.

O SII está aumentando a produção de vacinas e Poonawalla disse que o fabricante pretende fornecer 50 milhões de doses até o final de janeiro.

As restrições podem significar que outros países podem demorar mais tempo para receber imunizantes, especialmente nações de baixa renda.

Em setembro, o SII se comprometeu a fabricar e entregar 200 milhões de doses para o Covax - um consórcio de vacinas da OMS estabelecido para garantir acesso justo às vacinas contra a Covid-19 a diversos países.

A exportação de vacinas para a iniciativa, voltada a "países de baixa e média renda", não deve começar até que as restrições diminuam.

As doses da vacina serão vendidas ao governo indiano por US$ 2,74 por injeção, US$ 13,70 para o mercado privado e US$ 3 a US$ 5 por dose para o mercado de exportação.

A Índia relatou o segundo maior número de casos de coronavírus no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

A primeira fase de seu plano de vacinação cobre 300 milhões de pessoas - mais do que a população brasileira. O país asiático já conduziu um teste de vacinação nacional contra a Covid-19 no sábado, antes dos planos de vacinação em massa, informou a emissora estatal indiana Doordarshan. (Com informações de Vedika Sud, da CNN em Nova Déli/CNN) 

 
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