Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

A vacina contra a Covid-19 deve ser obrigatória no Brasil?



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 13.01.2021 05:20h
Aprovação de imunizantes

Anvisa se reúne domingo para decidir sobre uso emergencial de vacinas

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta terça-feira (12) que se reúne no próximo domingo (17) para decidir sobre o uso emergencial das vacinas do Instituto Butantan e da Fiocruz. De acordo com o órgão, a data é o penúltimo dia estabelecido internamente para essa avaliação. (Foto ilustração)

Na manhã da última sexta-feira (8), a agência anunciou o recebimento do primeiro pedido de uso emergencial de uma vacina contra Covid-19 no Brasil: a Coronavac, desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Butantan, em São Paulo.

Horas depois, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) solicitou o registro de uso emergencial da vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford.

O objetivo da Fiocruz é conseguir autorização para o uso de 2 milhões de doses prontas do imunizante que serão importados da Índia.

No Brasil, a fundação deve produzir, no primeiro semestre deste ano, até 100 milhões de doses do imunizante a partir do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), que também será importado.

No segundo semestre, mais 110 milhões de doses devem ser produzidas inteiramente no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), vinculado à fundação.

A previsão é de que a primeira entrega da produção pela Fiocruz seja de 1 milhão de doses, na semana entre 8 e 12 de fevereiro. Após feito o controle de qualidade e ajustada a produção, a tendência é de que a fabricação aumente, até chegar a 15 milhões de doses por mês.

As vacinas precisam ser armazenadas a uma temperatura entre 2°C e 8°C, o que permite que isso seja feito em geladeiras, simplificando a logística. (CNN) 

 
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