Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 30.01.2021 05:41h
Moeda norte-americana

Dólar fecha em R$ 5,47 e tem maior alta mensal desde março de 2020

 

Em um dia de nervosismo no mercado financeiro, tanto no Brasil quanto no exterior, o dólar voltou a aproximar-se de R$ 5,50. A bolsa de valores teve a maior queda diária desde outubro, depois de bater recorde no início de janeiro. (Foto ilustração)

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (29) vendido a R$ 5,474, com alta de R$ 0,039 (+0,71%). A cotação chegou a abrir com pequena queda, mas a tendência de valorização firmou-se ainda durante a manhã.

A divisa terminou a semana estável em relação a sexta-feira passada (22). O dólar só não subiu por causa da forte queda de 2,71% na terça-feira (26), quando a cotação tinha fechado em R$ 5,327. A moeda norte-americana terminou janeiro com valorização de 5,53%, depois de ter caído em novembro e em dezembro.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, teve um dia de tensão. O indicador fechou a sexta-feira aos 115.068 pontos, com recuo de 3,21%. Este foi o maior tombo desde 28 de outubro, quando o índice tinha caído 4,25%.

O Ibovespa terminou janeiro com queda de 3,3%. O índice começou o ano em alta, chegando ao fechamento recorde de 125.076 pontos em 8 de janeiro. De lá para cá, a bolsa passou a acumular perdas.

Fatores domésticos e externos interferiram no mercado financeiro nesta sexta. No Brasil, os investidores estão preocupados com o resultado da corrida para as eleições que decidirão o comando da Câmara dos Deputados e do Senado, na próxima segunda-feira (1º). No exterior, as principais bolsas caíram por causa dos atrasos na vacinação contra a covid-19 em vários países e da onda de compra de ações de empresas em dificuldade por pequenos investidores.

As compras coordenadas de papéis de empresas com problemas de caixa têm provocado prejuízos em grandes fundos nos Estados Unidos. Para cobrir as perdas, esses fundos vendem ações em suas carteiras, provocando queda nos principais índices norte-americanos. (reuteres)

 
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