Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 22.02.2021 07:51h
Oriente Médio

Troca de prisioneiros por vacinas abre precedente perigoso para Netanyahu

 

Criticado por recusar-se a aplicar seu bem-sucedido programa de imunização contra a Covid-19 em palestinos, o governo israelense trafega por nova rota tortuosa -- a troca de prisioneiros por vacinas. Esta nova moeda diplomática teria sido consentida num acordo secreto de US$ 1,2 milhão entre Israel e Rússia para financiar milhares de doses da Sputnik V à Síria, de acordo com relatos da mídia. (Foto ilustração: Primeiro ministro Netanyahu)

A negociação envolveu a repatriação de uma israelense de 26 anos que entrou ilegalmente em território sírio, em troca de dois pastores que estavam detidos em Israel. Tudo certo, se não vazasse para a imprensa estrangeira uma cláusula secreta -- a compra de vacinas da Rússia, que seriam entregues ao regime sírio, com quem Israel não tem relações diplomáticas.

A divulgação do acordo não interessava nenhuma das partes envolvidas: a Netanyahu porque seria confrontado internamente por gastar recursos para vacinar cidadãos de um país inimigo; à Síria porque teria a imagem de Israel associada a de um benfeitor humanitário; e à Rússia porque ainda não imunizou boa parte de sua população.

A um mês de enfrentar a quarta eleição em dois anos, a situação de Netanyahu se complica, embora ele tenha assegurado que “nenhuma vacina israelense esteja envolvida no negócio”. O acordo não deixa claro como seria a distribuição de vacinas pelo regime de Bashar al-Assad aos sírios.

Réu em três processos na Justiça, o premiê precisa se manter no cargo para sobreviver politicamente. Ele vinha surfando na onda da vacinação em massa de cerca de metade de sua população, o que permitiu a reabertura gradual de parte da economia, após três grandes bloqueios.

Em contrapartida ao sucesso e à rapidez de seu programa, Israel reluta em estendê-lo à população palestina da Cisjordânia e de Gaza, limitando-se a vacinar os árabes-israelenses que vivem no país. O governo alega que cabe à Autoridade Palestina a obrigação de vacinar seus habitantes, mas entidades de direitos humanos e a própria ONU discordam do argumento.

O Hamas mantém dois prisioneiros israelenses em Gaza, além de corpos de dois soldados mortos. O acordo com a Síria levanta preocupações sobre o rumo que as negociações tomará para a libertação de presos e devolução de corpos.

“Devemos esperar que um judeu cruze a fronteira com Gaza para que os palestinos sejam vacinados?” questionou pelo Twitter o deputado Ahmad Tibi, que integra a Lista Conjunta de partidos árabes no Parlamento de Israel. O uso de vacinas como instrumento de barganha abre um precedente perigoso para Netanyahu. (G1)

 
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